Pesquisa global aponta 3 milhões de pacientes com dispositivos específicos de monitoração remota

Pesquisa global aponta 3 milhões de pacientes com dispositivos específicos de monitoração remota

No final do ano passado, cerca de 3 milhões de pacientes foram monitorados remotamente por dispositivos médicos em casas conectadas cujos resultados foram acompanhados por cuidadadores. Esse é o cenário apontado no último levantamento da Bergh Insight sobre M-health e cuja previsão é de uma expansão de 44% nessa área, chegando a 2018 com 19,1 milhões de pessoas usando esse serviço. A principal aplicação é o acompanhamento de pacientes com implantes de dispositivo de gerenciamento cardíaco (CRM, Cardiac Rhythmn Management, na sigla em inglês).

O levantamento da Berg Insight não inclui as pessoas que utilizam seus próprios dispositivos móveis para serviços de rastreamento pessoal de indicadores de saúde que não são avaliados por cuidadores. Para o monitoramento mais específico, a conectividade LAN para a transmissão de dados da medição para os cuidadores é utilizada em 70% dos casos. Mas a conectividade via redes móveis ganha espaço e poderá responder por 74% do tráfego até 2018.

A estimativa da consultoria é de que ocorreram 2 milhões de conexões para atender aos casos de CRM em todo o mundo, quase dois terços de todos os dispositivos conectados com acompanhamento médico. E esse segmento deverá continuar liderando nos próximos anos, chegando a 4 milhões de conexões em 2008. Terapia e telessaúde do sono estão em seguida com 540 mil e 340 mil conexões respectivamente. Todas as outras categorias de dispositivos – incluindo glicemia, a adesão à medicação, pressão arterial, fluxo de ar, testes de oxigênio no sangue e monitoramento da coagulação – representava menos de 100 mil ligações cada uma.

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