BID quer ser parte do ecossistema de inovação na América Latina e Caribe

BID quer ser parte do ecossistema de inovação na América Latina e Caribe

O BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) tem uma estratégia bem clara para se transformar em parte do ecossistema de inovação na América Latina e Caribe. Como outras instituições que têm a mesma proposta, o apoio técnico e financeiro a startups com ideias inovadoras é parte de suas iniciativas. Mas se propõe a ir mais além e  sensibilizar também a área pública dos governos da região para ajudar a construir um ambiente favorável ao empreendedorismo criativo.

O  recado foi dado hoje aos participantes do Em Tech Brasil pela responsável pela comunicação e diálogo com a sociedade civil do banco, Janaína Goulart. “Há um potencial astronômico”, ressaltou. No Brasil, por exemplo, três em cada 10 brasileiros decide empreender. Mas ainda há grandes lacunas como o fato de a região responder por 8% da população global e não chegar a 3% do registro de patentes, uma marca importante.

O BID tem alinhado sua decisão de investimento no continente latino americano com várias iniciativas práticas. Uma delas, o Idear Soluciones, foi criada em 2013 com a intenção de divulgar histórias inspiradoras para uma nova geração de empreendedores na região. Este ano, o tema foi a busca por novas formas que melhorem a vida nas cidades e as startups selecionadas ganharam acesso a apoio técnico e acesso a investidores.

“Queremos não apenas incentivar as startups locais, mas também torná-las globais”, afirmou Janaína. Há também outros esforços para aproximar as áreas públicas e privadas assim como apoiar as iniciativas que se baseiam no conceito de inovação aberta.

O BID é um dos apoiadores do Em Tech Brasil, promovido pelo MIT Technology Review e que encerra hoje na Cidade das Artes, Rio de Janeiro.

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