Em três meses, 2,65 terabytes de dados trafegaram no Wi-Fi do Porto Maravilha

Em três meses, 2,65 terabytes de dados trafegaram no Wi-Fi do Porto Maravilha

Em seu primeiro trimestre de implementação, a plataforma conectada da Cisco no Porto Maravilha registrou o acesso a cerca de 115 mil pessoas que, juntos, trafegaram 2,65 terabytes de dados. Segundo a empresa, foram detectadas mais de 8 milhões de pessoas passando pela região (na Praça Mauá e na Orla Conde, entre os Armazéns 1 e 8), uma média de 92 mil pessoas por dia.

“Estes dados abertos servem como estímulo para que desenvolvedores, empreendedores e cidadãos comuns possam pensar e criar soluções com a ajuda de uma plataforma que torna viável um laboratório vivo, urbano e aberto, onde conhecimento, experiências e inovação são compartilhados de maneira fluída”, comentou Nina Lualdi, diretora sênior de Inovação da Cisco na América Latina.

As quatro estações interativas instaladas na Praça Mauá e na Orla Conde, como parte do projeto de inovação urbana da Cisco, tiveram  mais de 300 mil interações de usuários nos primeiros três meses de operação. Neles, é possível encontrar informações das principais atrações turísticas, mobilidade, serviços públicos, entre outros para facilitar a vida das pessoas que circulam pela região. Toda esta informação também está disponível através do app móvel Guia Inteligente, tornando este serviço ainda mais acessível. Nas estações é possível encontrar as rotas acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida no Porto através dos dados oferecidos pelo app Livrit. E também é possível tirar uma selfie e publicar em suas redes sociais: desde julho foram cerca de 40 mil selfies publicadas por meio dos quiosques.

Outro indicador coletado pela rede é o Felicitômetro, que mapeia o humor das pessoas que estão na região por meio de informações e fotos publicadas nas redes sociais. Ao longo de três meses foram analisadas cerca de 240 mil postagens, que mostraram os locais e horários mais felizes no Porto Maravilha.

A Cisco instalou, também, sete estações de sensoriamento ambiental, que coletam 11 tipos de dados como concentrações de gases CO2 e Etanol Isobutano, radiação ultravioleta, temperatura, umidade relativa do ar, luminosidade, concentração de poeira, entre outros. De julho a setembro foram coletados quase 5 milhões de dados, que estão disponíveis na plataforma Dados Abertos. Essas informações podem ser acessadas por cidadãos que queiram estudar algum dado ou desenvolver soluções para a região. Os dados de fluxo de pessoas também estão na plataforma.

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