O retorno da ZTE ao mercado brasileiro de smartphones

O retorno da ZTE ao mercado brasileiro de smartphones

Desde o final do ano passado a ZTE deu início à produção de dois modelos de smartphones em Manaus. Por meio de distribuidor, vendeu 600 mil unidades este ano, quase sem alarde. Essa iniciativa funcionou mais ou menos como um teste para saber se valia ou não a pena voltar a disputar o mercado brasileiro de smartphones, onde esteve presente de 2008 a 2012. A conclusão foi que, sim, vale a pena. Agora, serão quatro novos modelos e a aposta de vendas de 1,5 milhão de dispositivos.

No período que esteve fora do Brasil, a ZTE registrou um crescimento expressivo no mercado de smartphones mundial, principalmente em mercados como a China e Índia. Essa performance envolveu também outros fornecedores chineses, como Huawei e Xiaomi.

Segundo Lu Maoling, diretor de marketing do mercado de terminais da ZTE, há grande espaço para crescimento da base de smartphones no Brasil. “Hoje, o mercado brasileiro está entre os cinco maiores do mundo”, disse. A troca de features phones por smartphones é um dos gatilhos para ampliar sua presença, principalmente no mercado de entrada nessa categoria. O preço, com equipamentos de boa performance na faixa de R$ 600,00, está entre seus diferenciais competitivos, disse. Mas a companhia também aposta no consumidor middle end, com dispositivos na faixa de R$ 899,00. Entre os quatro modelos que chegam ao mercado brasileiro está o Blade A510, lançado no início do ano.

Em seu modelo de negócios, a ZTE terá uma única distribuidora, a Allied, que se encarregará de levar seu produto para o varejo. Também contará com vendas feitas pelas próprias operadoras. Além dos smartphones, ela está presente no país com a oferta de sistemas de infraestrutura de telefonia móvel e equipamentos de acesso.

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