Atualização de redes não está se traduzindo em maior segurança

Atualização de redes não está se traduzindo em maior segurança

Empresas no mundo todo estão renovando seus equipamentos de rede mais cedo do que seus ciclos de vida para adotar mobilidade no local de trabalho, Internet das Coisas e estratégias de redes definidas por software. Além disso, a atualização de equipamentos é mais estratégica, com uma visão arquitetônica em mente. Mas apesar da taxa mais alta de atualização, as redes estão ficando menos seguras, principalmente devido a ajustes negligenciados.

Esses são alguns dos destaques do Relatório Barômetro de Rede anual da Dimension Data. Publicado pela primeira vez em 2009, ele foi compilado a partir da reunião de dados de 300 mil incidentes de serviços registrados em redes de clientes que a Dimension Data suporta. A empresa também realizou 320 avaliações de gerenciamento de ciclo de vida de tecnologia, cobrindo 97 mil dispositivos de rede em organizações de todos os tamanhos e de todos os setores da indústria, em 28 países.

De acordo com a pesquisa, a redução da idade de redes de empresas na Europa, Ásia-Pacífico e Austrália está alinhada com a média global, enquanto nas Américas, o número de dispositivos obsoletos e que estão envelhecendo diminuiu muito mais rápido, de 60% no Relatório de 2015 para 29% no Relatório de 2016. Isso pode ser atribuído à liberação de gastos retidos após quatro anos de restrições financeiras.

Em contraste com a tendência global, no Oriente Médio e na África, o envelhecimento de redes aumentou – possivelmente o resultado de uma incerteza econômica, especialmente na África do Sul.

Além do mais, dos 97 mil dispositivos de rede que a Dimension Data descobriu, o número de dispositivos que têm pelo menos uma vulnerabilidade de segurança¹ conhecida aumentou de 60% no Relatório de 2015, para 76% no Relatório de 2016 – o número mais alto em cinco anos.

Na Europa, o aumento de vulnerabilidades de rede tem sido bastante abrupto nos últimos três anos, subindo de 26% em 2014, para 51% em 2015, e atingindo 82% no Relatório de 2016. Vulnerabilidades de rede também aumentaram em organizações no Oriente Médio e na África nos últimos três anos. Na Austrália, 87% dos dispositivos de rede têm pelo menos uma vulnerabilidade conhecida. Na Ásia-Pacífico e nas Américas, as redes são um pouco menos vulneráveis – 49% e 66%, respectivamente, comparados com 61% e 73% na edição anterior do estudo.

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