IBM anuncia ferramenta beta do Watson para cibersegurança

IBM anuncia ferramenta beta do Watson para cibersegurança

Um estudo recente da IBM mostra que quase 60% dos profissionais de segurança acreditam que as tecnologias cognitivas serão fundamentais na luta contra o cibercrime.Esse foi um dos motivadores que levo a IBM a anunciar a plataforma  Beta do Watson para CyberSecurity. Ao todo, 40 organizações testarão o sistema. Entre elas estão a Sun Life Financial, Universidade Médica de Rochester, Corporação SCANA, Grupo Financeiro Sumitomo Mitsui, Universidade Politécnica da Califórnia, Universidade de New Brunswick, Avnet e Smarttech.

Segundo a empresa, entre as  funcionalidades que o uso da plataforma cognitiva da IBM traz aos negócios, estão:

• Determinar se um ataque de segurança atual está ou não associado a uma campanha conhecida de malware ou cibercrime. Em caso afirmativo, o Watson fornece informações sobre o malware utilizado, as vulnerabilidades exploradas e o escopo da ameaça, entre outros insights.

• Melhor identificação de comportamentos suspeitos. O Watson fornece contexto adicional à atividade do usuário e vai muito além da avaliação de comportamentos suspeitos, fornecendo uma melhor orientação para que a empresa possa entender se uma atividade foi ou não maliciosa.

De acordo com o líder da Unidade de Segurança da IBM Brasil, Guilherme Araújo, é necessário cada vez mais atenção e diversas indústrias já perceberam a necessidade de se aplicar mais inteligência em ambientes de segurança para lidar com ataques e ameaças cibernéticos. “O Watson para CyberSecurity utiliza tecnologias da terceira era da computação (a computação cognitiva), como capacidade de aprendizagem, entendimento da linguagem natural e geração de hipóteses, para ajudar os analistas de segurança a tomar melhores e mais rápidas decisões a partir da análise de grandes quantidades de dados não estruturados”, afirmou.

À medida que o desenvolvimento do Watson para Cybersecurity continua, a IBM trabalha para incluir capacidades analíticas e cognitivas mais avançadas em outras áreas do seu portfólio de segurança como, por exemplo, aplicar tecnologias que analisam padrões de comportamento e alertam o centro de operações da empresa caso algo saia do padrão. Esta funcionalidade foi recentemente agregada ao Qradar (UBA – User Behavior Analytics), sem custo adicional aos clientes, que analisa comportamento das aplicações conforme a utilização dos usuários.

 

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