2017 será o ano da gamificação dentro das empresas

2017 será o ano da gamificação dentro das empresas

Por Leonardo Guilherme, diretor de vendas da Gamific

A cada ano acompanhamos o crescimento da gamificação em diversas áreas de nosso cotidiano, grandes exemplos da adoção dessa estratégia são aplicativos que usamos para manter o controle de nossos estudos, exercícios físicos e até mesmo noites de sono e o consumo de água durante um dia de trabalho. Outro grande exemplo do crescimento da gamificação é o alto número de campanhas publicitárias utilizando a técnica de criar games para fidelizar clientes, hoje até cinemas investem nesse setor para manter o público cada vez mais imerso em seu ambiente.

Um ponto extremamente positivo que acompanhamos nesse cenário é que o uso desses aplicativos nasce de uma necessidade criada pelos próprios usuários. Com o ganho de mercado dos smartphones e tablets, crescimento das redes de internet, eles se tornam imprescindíveis não apenas para acompanhamento de desempenhos em tempo real, mas também servem como motivo para manter o foco em diversos tipos de atividades.

Porém, mesmo com tantos exemplos e facilidades, pouco é difundido o valor que a gamificação agrega aos departamentos de recursos humanos das empresas e, mais diretamente, o valor aos funcionários quando os assuntos são engajamento e performance. A gamificação, além de ser um fator novo e chamar atenção por si só, ela também se apresenta como uma das principais aliadas quando se procura inovação para processos e metodologias de trabalho.

A implementação de uma ação de RH gamificada resolve imediatamente dois grandes problemas: Aproxima membros de uma mesma equipe e também entre diferentes setores de vendas, além de fornecer dados e criar uma base que serve para avaliações mais reais e justas pelos gestores. Um ambiente gamificado estimula (ou trás de volta) o prazer de fazer parte de uma equipe e desejo em fazer dela vencedora e merecedora de premiações e elogios.

Já pude ver estudos que chegavam a expor um número de apenas 13% dos funcionários como sendo os que verdadeiramente se engajavam profissionalmente. Ok, não vamos chegar ao ponto de criar uma teoria do caos e falar que funcionários que não se engajam podem chegar ao ponto de sabotar a própria empresa em que atuam, mas gestores saberão muito bem falar o quanto deixam de ganhar quando possuem um colaborar que não sente a famosa “dor” pela empresa e por resultados abaixo do que é esperado.

Portanto, pare e pense: O que a sua empresa tem feito para manter essa “dor” sempre presente nos colaboradores? E, o principal, como tornar isso algo positivo, principalmente para os próprios funcionários? Afinal, sabemos que a falta de engajamento não representa prejuízo tão somente para a empresa, com ela o colaborador também tem a sua carreira atrasada, ficando para trás e, muito vezes, levando junto os seus companheiros de empresa.

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